Igreja de Saint Bartholomew

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Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Iris Van Der Beek em Qua Jan 30, 2013 3:42 pm


Uma das construções mais bem protegidas de Paradise Falls, a Igreja é o lugar onde os habitantes da cidade vão para confessar seus - muitos - pecados ao Padre.


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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Matthew Eastwood em Dom Fev 03, 2013 10:59 pm

O Dia do Novo Mundo


Paradise Falls, de fato, estava parecendo um paraíso. Era o "Dia do Novo Mundo", o feriado que comemorava o dia em que a Nova Era havia sido iniciada. A maioria dos presentes nem sequer era nascido quando o New Wild West começou, mas ninguém dispensava uma boa festa naquela cidade por vezes tão monótona. O centro da cidade havia sido preparado especialmente para o evento, com o patrocínio das duas famílias mais ricas: Archers e Eastwoods. Uma imensa área foi isolada, próxima à Igreja de Saint Bartholomew, com espécies de cercas postas em todo o derredor. Bandeiras de todas as cores foram penduradas por sobre o local, deixando tudo mais vibrante. Além disso, mesas com produtos estavam estrategicamente posicionadas; era ali que os habitantes eram livres para comerciar, expondo seus melhores produtos -- guardados especialmente para a data -- ou comprando de seus vizinhos. No caso das mulheres do Saloon... bem, elas vendiam o que tinham para vender.

Quem olhasse de longe, podia ver um grande número de pessoas, mesmo cedo da manhã. Forasteiros desavisados que estivessem chegando pela primeira vez a Paradise Falls se assustariam com tamanha algazarra. Músicos tocavam o que havia de melhor do Country da Antiga Era; era possível ver até mesmo uma pista de dança, bem ao fundo, onde os pares se formavam aos poucos.

Perto do meio dia o lugar já se encontrava lotado, com todos -- ou quase todos -- os habitantes a encher aquele cercado. O calor estava quase que insuportável, mas isso não impediu que rissem e bebessem, entretidos com a música barulhenta e os cheiros fortes. O xerife, George Silver, não estava muito atento aos pequenos delitos cometidos em meio à farra. Parecia levemente embriagado, por mais que sua profissão exigisse sobriedade. Albert Stan parecia confortável no palanque, ao lado da primeira dama, até o momento de seu pronunciamento:

- Queridos cidadãos de Paradise Falls! Estamos hoje reunidos para comemorar mais um ano de nossa Nova Era - disse apaixonadamente. Todos sabiam que o prefeito adorava aquele estilo de vida, e se por acaso tivesse vivido no passado, certamente não teria se adaptado. - No passado as pessoas destruíam com suas máquinas e poluíam o ambiente mais do que ele era capaz de aguentar. Mas nos reerguemos, e é por isto que este dia deve ser celebrado! Aproveitem! Então encerrou, com todos a aplaudirem-no. Ele era um tanto excêntrico, mas governava Paradise Falls bem o suficiente para que simpatizassem com sua imagem.

***


Observações:

- Primeiro post narrativo, e quero dizer: Bem-vindos ao fórum!

- Algumas ações se darão desta forma, mas sintam-se livres para postar em outros lugares, também, contanto que não haja conflitos com o tempo.

- Podem interagir entre si o quanto quiserem, aliás, não preciso nem pedir.

- Fiquem atentos às regras de postagem; mínimo de linhas, caracterização, etc.

- Próxima narração em breve.


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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Zach Eastwood em Ter Fev 05, 2013 2:57 pm

Atenção, os erros são propositais, e estão em negrito.

monster.
I kill a block I murder avenues

Beber, cair, beber mais um pouco e arrumar encrenca com um Archer. Esse é um dia perfeito para isso!
Enquanto esperava a sua irmã se arrumar, ele ficou sentado, com cara de paisagem na sala de estar, observando a madeira dos moveis que passaram de gerações e mais gerações, até estarem aqui.

Zach não gostava muito de pensar que a cidade fora fundada pela família deles, e que em breve seria aniversário da cidade, com toda a coisa de agradecimento a nossa família, a unica coisa realmente boa era a bebida de graça que eles ganhavam, e os shows particulares que a mulheres do Saloon proporcionavam, pelo menos para seus irmão.

Ele não participava, apenas das festas e bebedeira. E todos sabiam o motivo, não precisava ficar relembrando.

Quando Rosemarie apareceu já vestida Zach abriu a boca, chocado.
- Você acha que vai para onde assim? - Ela vestia calças apertadas, botas e um corpete preto. Parecia um menino, porém com pernas definidas demais e muito indecente. - Eu não quero nem pensar no que aqueles tarados vão pensar se te virem assim. - Quando ela argumentou, Zach ergueu uma mão, silenciando-a. - Vai, agora tampinha, vai se vestir que nem moça de família.- Os dois bufaram um pro outro, e ela voltou para seu quarto, voltando com uma roupa que Zach aprovava.


Devil era veloz e rapidamente eles chegaram, Zach tomou o maximo de cuidado com sua irmãzinha que vinha atrás dele, se segurando firmemente nele.

- Bom, tampinha loira, quando eu chegar em casa eu quero conversar uma conversa importante com você, mas por enquanto pode encontrar as suas amigas, maioria delas já estão casadas por sinal. - Disse dando de ombros, uma pena que Rosemarie nunca iria se casar, afinal, iria para um convento. Depois de ver a forma como ela ACHAVA que iria sair de casa, ele apena teve certeza disso.

Foi até Frank, que começou a falar alguma coisa para ele que Zach não entendeu nada.

- Menino, para de falar coisa sem pé nem cabeça, seu pai não entende essa coisa de criança não. Eu vou estar ali perto das mesas, tá com a sua pistola ? - Frank sorriu reluzente e mostrou a pequena arma que ele possuia, Zach sorriu. - É isso aí, só use se vir um bicho ou um Arc... Um bicho.

Caminhou até as bebidas, ignorando o papo furado do Padre, pelo amor de Deus, hoje ele ia beber. Não ouvir ladainha de religião.

Mas enquanto caminhava, viu uma figura familiar, ou quase isso. Uma mulher de cabelos escuros e olhos claros, bonita até demais. Zach parou por alguns segundos, observando. Ele podia ser viuvo, mas não era cego.

Havia a encontrado mais cedo, na entrada da cidade. Ela era nova, mas ainda sim, parecia familiar.

--
- Perdida moça? - Disse Zach caminhando até uma moça com um milhão de malas, quase caindo, na estação de trem. Ela disse que não, mas a situação dela parecia complicada, ela queria levar todas as malas ao mesmo tempo, e ainda sobreviver?

- Calma aí, eu te ajudo. Você é bonita demais pra ficar bancando o burro de carga. - Ela o encarou e ele riu, fazendo com que ela risse em seguida. Zach gostava do som da risada dela, era que nem alguma coisa que ele havia esquecido como se falava.

Pegou praticamente todas as malas, e ela levou uma maleta pequena e provavelmente leve.
- Eu não entendo muito de vestido, mas eu estava quase vendo que a madame ia cair, e sujar toda na terra. Ia dar dó.

Ela disse algumas coisas sobre o vestido, o bla bla bla de mulher que Zach odiava, mas ele fingiu gostar e até deu um sorrisinho. Quando chegaram no local onde uma quase carruagem esperava ela, ele assoviou.

- Nossa sinhora, tu é da realeza? - Colocou a bagagem lá e ela riu, dando de ombros, não ouviu muito o que ela disse, foi alguma coisa sobre parentes que ele achou, como é o nome? Irrelevante, eu acho.

- Bom, eu te salvei do perigo quase iminente, e tu nem se quer disse teu nome. - Ele disse, quando ela agradeceu. Ela disse que se chamava Kate, ele segurou a mão dela, e com o máximo de educação que ainda tinha naquele ogro, beijou as costas da mão da moça, Kate.

- Zach. - Disse olhando para aqueles olhos azuis, encantado.

--

Agora vendo ela ali, era sorte demais pro Zach! Feriado era bom mesmo, estava até trazendo gente bonita. Ouviu algum dos homens falar sobre a irmã dos Archer, Katrina, que ia voltar, e foi o primeiro a dizer que ela devia estar feia como o cão, eles riram, e Zach caminhou até a moça.

- Olha só quem veio. - Disse Zach.
Quando Simon Archer apareceu do lado dela, o loiro quase soltou um palavrão.

- Você está fazendo o que aqui, Eastwood? - Simon disse pegando Kate pelo braço. Zach olhou aquilo e estreitou os olhos. - Vamos Katrina.

- Katrina? - Zach disse. - Katrina Archer? - Disse isso e cuspiu no chão, quase acertando na bota de Simon. - Então é essa a cara do diabo? - Não podia acreditar que era ela.

Zach era burro mesmo, os olhos dela, o apelido... O diabo era a moça que ele viu mais cedo.

Inferno!!
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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Kiara Van der Beek em Sex Fev 08, 2013 9:02 pm

AND I WILL LOVE YOU, BABY... ALWAYS! AND BE THERE FOREVER ETERNETY, ALWAYS...

Ele estava em toda a parte, sdento pelos beijos dela, ansiando por manter seus corpos colados um ao outro. Não era a primeira vez que ele vinha ali naquela semana. Kiara não sabia nem se era a mesma vez no dia. Perdia a noção do tempo quando estava com ele, por mais que não devesse. Sabia que não devia. Sua mãe sempre lhe ensinara que ela era o tipo de mulher que não haivia sido feita para pertencer a apenas um homem; ela era especial, seu corpo era especial, todo ele pronto para dar prazer a todos que a buscassem. Mas era a Simon que ela gostava de se entregar. Com ele era mais que puro trabalho, era algo mais; e ela não se atrevia a dizer a palavra paixão.

Amanheceram um nos braços do outro. Ele saiu logo que os raios de sol começaram a banhar o quarto. Todos na cidade sabiam que Simon Archer era um grande apreciador do Saloon, mas ainda assim era mais prudente sair em um horário que não despertasse falatório. Kiara suspirou quando ele bateu a porta, sentindo ainda a pressão de seus lábios. Permaneceu por mais alguns minutos na cama antes de se levantar e pedir que lhe preparassem um banho. Tinha um longo dia pela frente e seria ela a responsável por preparar todas as suas meninas para o feriado. Desde que sua mãe morrera, aprendeu a gerenciar o Saloon sozinha. Era uma mulher independente, em tempos que mulher alguma tinha independência.

Perto do meio dia, estava pronta, magnificamente vestida com um vestido que deixava seu belo colo à mostra. Era vaidosa como ninguém, e exigia muito de si mesma. "A beleza é uma arte, Kiara. Uma arte que pode ser ensinada e aprendida. E uma arma poderosa, também". Os ensinamentos de sua mãe lhe vinham a mente com frequência, como mantras que ela seguia à risca. Antes de se dirigirem à feira, inspecionou uma por uma as cortesãs do Saloon. Não havia permitido que todas fossem, afinal, o estabelecimento não podia ser abandonado por completo. Alguns clientes procuravam por elas mesmo em dias de feriado.

Como não queria que todas chegassem juntas na festa, também, liberou-as aos poucos. Charlote e Alicia foram as últimas a sairem com ela. Eram donas de uma beleza de despertar inveja, mas Kiara não era do tipo insegura, o que fazia com que não se importasse em ser comparada com as outras. Todas tinham sua idade, mas ela se sentia mais velha, como uma mãe para aquelas garotas. Afinal, ela tinha as acolhido, lhes dado lar, comida e trabalho. Se algo ruim acontecesse a qualquer uma, Kiara se sentiria muito culpada. Mas pareciam felizes e satisfeitas com sua condição, assim como a ruiva havia as ensinado. Não era vergonha nenhuma dar prazer aos homens de Paradise Falls.

A feira estava apinhada de gente, todos vendendo seus melhores produtos. Muitos homens lhes lançavam olhares indecentes, e elas retribuam com gracejos, ainda que não muito vulgares. Em público deveriam se comportar como as damas que eram. - Charlote, fique perto de mim. E você também, Alicia. Não é seguro andar desacompanhada com tantos forasteiros na cidade. As duas obedeceram, como faziam sempre. Sabiam que Kiara tinha razão e não falava nada sem ter certeza antes. Caminharam por entre os estandes, olhando principalmente jóias, tecidos e perfumes, na esperança de que algum cavalheiro lhes presenteasse. Era sempre assim; não havia modo melhor de atrair clientes do que puxando um assunto casual na rua. Sabia que mais dia, menos dia eles estariam fazendo uma visita a seu estabelecimento.

- As coisas parecem meio paradas esse ano. O que acham? - disse ela às outras. - Ou talvez seja esse calor... Mas bastou ela falar para que uma tempestade começasse a se formar: Simon Archer segurava uma mulher pelo braço, ao mesmo tempo que encarava Zach Eastwood. A bela mulher de cabelos castanhos e olhos claros só podia ser sua irmã que chegaria na cidade por aqueles dias; e ela parecia assustada. Simon mantinha as sobrancelhas juntas, numa expressão de irritação. Aquilo incomodava a Kiara. O homem era inteligente quando o assunto era os negócios da família, mas seu sangue esquentava rapidamente sempre que falava em algum Eastwood. - Esperem um segundo. Tenho de ver o que está acontecendo.

Caminhou até o trio, munida de sua graça habitual, que funcionava muito bem com os homens. - Algum problema rapazes? E... senhorita? Não se importava se Simon ficaria zangado com ela por se meter em seus assuntos. Ela só queria protegê-lo, de alguma forma.
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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Margot Archer em Dom Fev 10, 2013 7:56 pm


I used to hate you


Últimamente sentia como se vivesse em um inferno. Nunca entendera porque fora castigada daquela forma, porque fora condenada a se casar com um homem que não conhecera, com um homem que não amava. Ela sempre tinha sido tão boa, sempre tentara ajudar a todos, mas agora fora castigada.

Levantou-se irritada, mais uma noite que não dormia bem. Fazia um mês que estava casada com Daniel, e também um mês que não dormia anoite. Simplesmente não suportava a idéia de ter que dividir a mesma cama com ele.

Não que ele fosse feio e repugnante. Isso com certeza ele não era, na verdade ele era muito bonito, com profundo olhos azuis que Margot sempre evitava olhar por muito tempo. Eram muito intensos, e pareciam querer invadir sua alma. E isso ela nunca permitiria.

Dirigiu-se para o banheiro do quarto, onde se arrumou, sairiam cedo para a grande festa da cidade, onde ela estava indo quase por obrigação. Iria também pois a festa arrecadaria fundo para a igreja, na qual ela secretamente ajudava. Era a única motivação para ela.

Vestiu um simples vestido bege claro de renda, com um cintinho na cintura, botas claras, e acessórios dourados. Deixou os longos cabelos castanhos soltos, fazendo apenas uma trança de lado. Fez uma maquiagem leve, porém aplicou muita base em suas olheiras.

Voltou para o quarto, para encontrar Daniel também pronto, sorrindo para ela enquanto a analisava da cabeça aos pés. Cruzou os braços e fechou a cara, já estava de mal humor logo cedo.

- Vai ficar me olhando por muito tempo, ou podemos ir?

Perguntou irritada, e quando ele fez um comentário maldoso, suas gracinhas e caminhou de encontro com ela, ela simplesmente lhe deu as costas, caminhou para a porta e deixou o quarto, e ele falando sozinho.

~*~*~ *~*~*~*~*~*~

Chegaram a cidade que já estava apinada de gente de toda a parte. Viu alguns dos Eastwood, as cortesãs do Sallon, e mais um monte de cidadãos e forasteiros. Queria gritar de raiva e sair correndo dali, para o mais longe possível de seu marido.

Mas não faria isso, não com a cidade perigosa como estava. E também se fugisse para onde iria? Para sua casa não podia voltar, afinal mandariam-na de volta na mesma hora em que pisasse os pés na sala de sua casa. Não teria dinheiro para morar sozinha, e o Sallon não era uma opção para ela.

Talvez quem sabe pudesse virar freira e ajudar ao padre na igreja? Afinal seu casamento não havia sido consumado mesmo, e ela nunca permitiria que fosse, preferia morrer ao deixar que aquele estranho a tocasse.

E não era como se ele não tivesse tentado, ele tentara, mas toda às vezes ela o ameaçava cortar o que ele tinha no meio das pernas com a adaga que ela guardava na gaveta do criado mudo ao lado de sua cama. Então ele não a forçava, apesar de ver o desejo dele estampado em seu rosto.

Então freia era uma opção. A menos que fosse proibida por causa de seus sonhos libidinosos em relação a seu marido. Muitas vezes não entendia, não o queria, mas seus sonhos diziam o contrario, porém nunca permitiria que nada daquilo acontecesse.

Foi tirada de seus pensamentos ao serem abordados por uma das cortesãs, uma morena, que Margot não a conhecia, mas Daniel parecia conhecer muito bem, pois ela o cumprimentou e perguntou quando o veria de novo.

Uma onda de fúria subiu pelo peito de Margot, cegando-a. Queria arrancar os olhos pecaminosos da morena e esmagá-los com o salta da bota. Vadia dos infernos, descarada. Estava dando em cima de seu marido em sua frente?

Ficou tensa. De onde estava vindo tudo aquilo, toda aquela sua reação? Cruzou os braços novamente e olhou para ele indgnado, que dava toda a atenção do mundo a aquela prostituta barata. Não podia acreditar naquilo.

Deixou-o ali, e saiu pisando duro. Não ficaria para vê-lo babar no decote daquela mulher. Porém, ao julgar pelo som de passos atrás dela, nem ele. Sentiu uma mão segurar seu braço e puxá-la. Ele viera atrás dela. Mas que diabos estava acontecendo com ela naquele dia?

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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Daniel Archer em Seg Fev 11, 2013 7:06 pm




I'm just a man




Como Daniel gostaria de ir para o seu quarto e deitar em sua cama a noite e simplesmente dormir, sem nada sondando sua mente, sem nenhum pensamento importuno ou libidinoso. Já não bastava sua mente não lhe ajudar muito, o seu corpo o ajudava muito menos, ficava tenso por ter que dividir a mesma cama com Margot, sua esposa. Não que não a amasse ou que ela lhe causasse arrepios. Bem, na verdade ela lhe causava arrepios, mas de um modo completamente diferente e que o fazia perder a linha de seu raciocínio. Só conseguia relaxar quando ela dormia, o que demorava um pouco, pois ambos compartilhavam daquela sensação estranha por dormirem um ao lado do outro e ainda assim... Nada.

Isso o deixava plenamente irritado. Sentia-se que estava bricando num eterno pega-pega e brincadeiras nunca fora o seu forte. Preferia ser direto; meios termos nunca fora o seu forte. E mais uma vez, fingira estar dormindo até Margot levantar e sair de uma maneira não tão furtiva para o banheiro para poder ser arrumar. Bufou irritado. Ela realmente achava que eles ficaram se portando daquela maneira para sempre? Pois se era assim que ela pensava, ela estava completamente inganada e estava mais do que na hora de deixar de ser tão ingênua. Ela já era uma mulher, e deveria comportar-se como tal.

Jogou os lençóis para o lado e se sentou na cama, espreguiçando-se. Olhou para a porta pela qual sua esposa acabara de passar e balançou a cabeça em discordancia. Não queria invadir o espaço dela, mas a morena também não ajudava nenhum um pouco. Pegou suas roupas, uma toalha e saiu sem fazer barulho algum do quarto, caminhou até um banheiro qualquer da casa que estava vazio e tomou um banho, deixando com que a água fria caisse por seu corpo e lhe tirasse qualquer pensamento que tivesse ele e Margot numa cama. Secou-se e então colocou suas roupas.

Voltou para o quarto e não tardou muito para sua mulher sair do banheiro já vestida e devidamente arrumada. Olhou-a atentamente e sorriu ao aprovar o resultado. Logo Maggie fechou a cara irritada - algo completmente típico - e isso só o fez sorrir ainda mais. - Se quiser, posso fazer outra coisa além de te olhar. - Olhou furtivamente para a cama dando a entender do que ele se referia. Teve que reprimir uma gargalhada ao vê-la saindo irritada do quarto. Ele ainda a dobraria e ela viria até ele implorando para ele; implorando para ser consumida, implorando para que ele a devorasse.

~*~


Daniel quase teve que usar sua força para que Margot repousasse sua mão no braço do homem, até porque ainda tinham que manter as aparências e ela não era nenhuma idiota, sabia que aquilo era necessário, até porque ela não seria vista com ons olhos perante a sociedade se repudiasse sem marido. Assim, andavam pela cidade, o homem olhava cade detalhe da decoração da festa que tinha o intuito de arrecadar fundos para a Igreja. Todos estavam ali, até porque eram poucas as vezes em que havia festividades e assim ninguém nunca as perdia.

Estava distraído e só teve sua atenção voltada para onde estava quando Adeline, uma jovem conhecida que trabalha para o Sallon apareceu e cumprimentou. Sem processar muito o que fazia, ele respondeu e sentiu um leve vazio ao seu lado. Olhou para ver o que era e respirou fundo. A vontade que tinha era de simplesmente ignorar aquela atitude irritantemente de sua mulher e seguir aonde estava. Sentia saudades de sua vida de solteiro, de suas idas constantes ao Sallon.

Limitou-se a se despedir de Adeline e caminhou a passos largos até Margot, puxando-a pelo braço e fazendo com que ela se virasse par ele. - Por acaso tem algum problema? - Perguntou baixo para não atrair a atenção de ninguém. - Você está sendo ridiculamente absurda, Margot! - Soltou o braço dela com um pouco mais de força do que pretendia e mais uma vez respirou fundo, contando até dez antes de fazer coisa que pudesse vir a se arrepender. - Uma hora age como se eu fosse alguém com uma doença contagiosa e na outra age como se fosse minha esposa? Decida-se! Porque se não decidir o que quer, eu decidirei por nós.








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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Margot Archer em Seg Fev 11, 2013 9:28 pm


I used to hate you

Quando Daniel a alcançou e a questionou, ela sabia que ele estava malditamente certo. Estava agindo feito idiota, mas dar o braço a torcer e admitir isso, ah era demais para ela. Cruzou os braços quando ele a largou com força e o olhou de forma desafiadora.

- Se quer tanto manter as aparências, acho que deveria parar de conversar com suas amiginhas – nunca falaria sobre ciúmes para ele – O que as pessoas pensaram? Que você não tem um pingo de respeito por sua mulher.

Tentou se acalmar, pois sabia que se deixasse sua raiva florescer causariam uma cena e tanto, e não queria aquilo de jeito nenhum, não seria uma boa idéia. Então limitou-se a respirar fundo e quando notou que as pessoas ao redor olhavam para eles então forçou um sorriso para ele.

- Estão olhando – falou entre dentes, e segurou nos braços dele novamente – Agora vamos acabar logo com isso, meu querido, quero ir pra casa.

Falou de um modo que para as pessoas soaria como uma esposa apaixonada, mas Daniel entenderia a ironia por trás daquela frase.

Andaram por entre as barracas que vendia diversas coisas, precisar ela não precisava de nada, mas queria comprar coisas para ajudar a igreja, então decidiu que compraria um tecido para vestido, o problema seria qual escolher. Daniel parecia impaciente, e de vez em quando revirava os olhos para ela.

- Quero ajudar ok? – ela disse impacientemente baixo para que somente ele ouvisse – Sei que não preciso de um vestido novo, mas quero ajudar.

Disse pausadamente enquanto voltava a escolher, e assim que achou um tecido azul escuro com uma estampa delicada de flor, pediu a senhora que vendia para que cortasse, ela levaria aquele.

Dirigiram-se para uma nova tenda onde não havia nada que interessava a ela. Mas antes que desse as costas a barraca encontrou algo que lhe chamou a atenção. Pegou um chapéu preto risca de giz e entregou a Daniel.

- Vai ficar bem em você – disse entregando a ele um tanto sem paciência – Devia levar.

Deu de ombros e percebeu o quanto estava se sentindo estranha. Ele falar que ela estava sendo absurda mexeu inteiramente com ela. Ela estava agindo feito uma criança mimada e precisava aprender que agora era uma mulher casada. Mesmo que não gostasse dele, as pessoas não tinham que saber.

E ele achar que ela era mimada estava incomodado-a. E isso era absurdo para ela.
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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Iris Van Der Beek em Sex Fev 15, 2013 3:14 pm


TAG:muita gente
WORDS: conta ae
OUTFIT: blablabla



Kate chatinha, masné.

Voltar para Paradise Falls não era uma das coisas que Kate gostaria de ter feito. Enquanto olhava pela janela de vidro blindado – medida tomada para evitar o ataque de Iverminiggers - do trem movido a energia solar, ela não podia fazer nada a não ser lamentar consigo mesma. Por que Simon a queria lá, de qualquer forma? Não ajudava em nada, provavelmente só o atrapalharia mais ainda em seus negócios. A única resposta que lhe veio a cabeça não a deixou muito feliz. Ele queria que ela voltasse para que ele pudesse arrumar um marido para ela.
Claro, era o passo seguinte, certo? Já deveria estar casada desde os dezesseis anos, mas batera o pé e seu irmão mais velho a deixara terminar seus estudos. Queria iludir-se, pensando que poderia ficar em Nova York para sempre, longe daquelas brigas e das picuinhas que os Archer e os Eastwood causavam uns aos outros sem pestanejar. Crianças, bufou, sabendo que jamais poderia falar aquilo para alguém. Chegaram na estação mal-tratada de Paradise Falls em questão de horas e Katrina se levantou da poltrona onde estava sentada, arrumando o vestido branco, rodado até um palmo do joelho da moça, e saindo do trem assim que ele parou tempo o suficiente para que ela pudesse sair.
Que novidade, era a única a descer na estação de Paradise Falls. Suspirou novamente, vestindo seu chapeu para poder ter as mãos livres de modo que conseguisse carregar as malas. Agradeceu ao ajudante quando ele retirou todas as suas malas do compartimento e deu-lhe uma gorda gorjeta, a qual foi recebida de muito bom grado pelo homem, que logo voltou a entrar no trem, saindo da vista da Archer. Olhou para todos os lados, onde estava Ryan? Simon dissera que ele quem a buscaria.
- Não acredito. - queixou-se, pegando as malas sem muito jeito e tentando se locomover o suficiente para alugar uma diligência.
- Perdida moça? – um estranho a perguntou e Kate lembrou-se do que sua tia Morgana a diria caso ainda estivesse em Nova York “Jamais fale com um estranho, a menos que ele seja um pedaço de mau caminho”. Oh tia, você não sabia como estava certa em falar aquilo. Ou melhor, mais do que errada, pois os pedaços de mau caminho eram os piores. E ele lhe era muito familiar. Kate lembrava-se dele de algum lugar, só não sabia qual. Por ver das dúvidas, negou com a cabeça, murmurando um não monossilábico. - Calma aí, eu te ajudo. Você é bonita demais pra ficar bancando o burro de carga. – não pôde deixar de rir da cara dele. Não, se ele fosse um Eastwood, ele não estaria falando tão bem assim com Kate, então a mulher relaxou um pouco o corpo, encarando-o enquanto ele ria, meio bobo, fazendo com que ela o seguisse. Deixou que ele pegasse suas malas, afinal, sentia-se fraca apenas por ter levantado-as naqueles breves instantes.
Definitivamente não era material para Paradise Falls.
- Eu não entendo muito de vestido, mas eu estava quase vendo que a madame ia cair, e sujar toda na terra. Ia dar dó. - riu de novo. O homem tinha o tipo de rudeza que em Nova York, seria motivo de piada entre seus amigos, mas, estranhamente, Kate achava aquilo muito... doce. Sentiu-se na obrigação em responder algo para ele.
- Agradecida, não me lembro muito bem quando comprei, é um dos meus favoritos, então, muito obrigada. - fez uma pequena reverência, olhando nos olhos verdes do estranho. Ela conhecia aqueles olhos, mas não conseguia se lembrar de onde. Ele sorriu para ela, mas tinha quase certeza de que não a estava escutando. Não se importou muito e voltou seu olhar para as carruagens a sua frente, sorrindo alegre ao constatar que pelo menos aquilo Ryan tivera a decência de reservar para ela.
- Nossa sinhora, tu é da realeza? - escutou-o perguntar e deu de ombros, não queria dizer logo de cara que era uma Archer, muita bagagem, tanto emocional quanto de obrigações.
- Meus irmãos gostam que eu viaje com estilo. - respondeu-o, meio sem jeito. Ótimo, se Simon descobrisse aquilo, Kate estaria casada em menos de meia hora! Deu uma ou duas tossidas para abafar o som do nome dos Archer. – Archers, sabe como é. Muito obrigada, mesmo.
- Bom, eu te salvei do perigo quase iminente, e tu nem se quer disse teu nome. – ele reclamou e Kate quase revirou os olhos, mas se controlou, apresentando-se, propositalmente omitindo seu nome completo e assim que ele beijou as costas de sua mão, corou levemente.
- Zach. – Apresentou-se e Kate deu um sorriso minúsculo para ele, despedindo-se imediatamente e entrando na carruagem. Aquele nome também não lhe era estranho e tudo nele lhe alertava que não era para ela, mas ainda conseguia sentir as mãos ásperas contra as suas. Reprimiu um arquejo e explicou ao cocheiro para onde deveriam ir, acenando de leve para Zach. Paradise Falls era minúscula, se veriam em breve.
Mais até do que ela gostaria.

Chegou na propriedade bem cuidada dos Archer em pouco tempo, sendo recebida por um Simon enfezado, provavelmente por não ver Ryan a escoltando. Kate esqueceu-se da compostura, pela primeira vez em dez anos, e correu para abraçá-lo. Sentia muita falta do mais velho, desde pequena ela sempre preferira a ele, o que poderia causar um pouco de inveja nos irmãos, mas sabia que nenhum deles iria admitir aquilo. Ele a conduziu pela casa, que Kate estava ciente de poder se perder, mas estava praticamente da mesma forma que antes dos pais morrerem. Agradeceu mentalmente pelo mimo. Era uma forma de lembrar da mãe.
- Já se casou, meu irmão? – perguntou, um pouco menos brincalhona do que ela costumava ser, mas algo em Zach a intrigava. Ele se parecia muito com...
A porta foi aberta, fazendo com que Kate e Simon olhassem para ela, interrompendo as conclusões da Archer. Podia ver um Ryan completamente diferente do irmão que ela deixara, mas ele não fez sequer uma menção em ir cumprimentá-la, pelo contrário, seguiu pelo rumo oposto, sujando por onde passava. Katrina suspirou.
- Ele está pior do que eu imaginava. – mordeu a parte interna da bochecha e Simon negou com a cabeça, mandando-a ir tomar um banho, que logo todos sairiam para as festividades na cidade. Queria choramingar, falando que não pretendia voltar para aquele cubículo de cidade tão cedo, mas controlou-se, obedecendo o irmão.
Subiu para seu quarto, onde encontrou um vestido novo a sua espera. Era lindo, da cor de seus olhos, o que realçava-os ainda mais, sendo um pouco curto demais, embora soubesse que não havia sido Simon quem o escolhera. Talvez a nova esposa de Daniel, não sabia realmente. Na verdade, sequer a vira. Deveriam estar na cama ainda. Oh, Daniel, seu safado!, riu e deixou o vestido de lado, indo tomar um banho relaxante. Assim que o terminou, vestiu-o e analisou-se no espelho, encontrando uma mulher esbelta e de altura mediana. Deixou os cabelos secarem naturalmente, apenas penteando-os e pegando um chapéu para proteger-se do sol de Paradise Falls.
Por que tudo naquela cidadezinha tinha que ser tão... excessivo?
Desceu as escadas e voltou a sentar-se no sofá da sala, quando Ryan a avistou e foi falar com ela, mas a conversa não fora bem o que ela esperaria, depois de dez anos separados. O irmão gêmeo fizera questão de destilar todo o veneno que tinha e que não tinha, deixando a irmã com certa náusea na barriga, porém controlou-se o máximo possível. Com sorte, encontraria Rose nas festividades e elas duas conseguiriam acabar com aquela rixa que durava mais de cinqüenta anos. Perdeu o ar ao ver o irmão sair da propriedade dos Archer como um furacão. Depois era ela quem era o furacão.
- Ah, Ryan, o que eu faço com você? – perguntou para si mesma, pegando uma xícara de chá e bebericando, sem muita vontade de beber algo depois do que escutara. Simon não demorou muito para descer e Daniel e sua esposa também. Margot, ao que tudo parecia, achava Daniel um nojento e detestava seu marido. Kate quase sentiu pena de seu irmão, mas reprimiu um sorriso risonho para ele e foi conversar com Margot durante a viagem.

Estava sozinha na One Street, Simon estava cuidando de negócios da família, observando todos comprarem, beberem, fofocarem e rirem do prefeito. A maioria das pessoas a encaravam, cochichando entre si. As vezes o povo de Paradise Falls conseguia ser ainda mais fofoqueiro que o de Nova York, mas decerto os novaiorquinos jamais seriam tão deselegantes. Suspirou, mortificada. Parecia ser uma atração de um daqueles circos repugnantes de horrores que ouvira falar que faziam sucesso no século XX. O salto começava a machucá-la e o chapéu já não fazia tanto efeito, pois o sol ficava cada vez mais quente, então Kate o tirou, arrumando o cabelo como podia. Foi quando Zach a abordou novamente. E céus, como estava bonito. Sorriu para ele, educada.
- Olha só quem veio. – ele riu e Kate sentiu-se feliz apenas em ver o homem sem jeito na frente de uma mulher. Fazia com que tudo, sua volta, o calor, e até mesmo as fuxiqueiras da cidade não fossem nada, e tivessem valido a pena. Simon, no entanto, não pensava da mesma forma. Entrou no seu campo de visão, bloqueando Zach, provavelmente com uma carranca. Ok, por que a implicância, irmãozão? Perguntou a si mesma, mas a resposta não demorou a vir.
- Você está fazendo o que aqui, Eastwood? – Então era dali que se lembrava dele! Os olhos, o cabelo... Era um Eastwood, Zach Eastwood. Se lembrava-se bem, ele estivera presente no funeral de sua mãe, ele e sua esposa. Pegou em seus braços, tentando afastá-la de Zach. Sentia-se perdida. Simon acabara de falar Eastwood? Oh, que bela enrascada Katrina havia se metido! - Vamos Katrina. – chamou-a pelo nome, o que não poderia ser coisa boa. Engoliu em seco, tentando manter-se focada para evitar que maiores danos ocorressem.
- Katrina? –viu o loiro titubear a sua frente e pediu desculpas mentalmente para ele. Os olhos começavam a se encher de lágrimas. Nada mudara, então. As famílias ainda se odiavam. - Katrina Archer? – perguntou, cuspindo no chão, próximo demais a bota de Simon. Claramente estava o provocando. Kate fechou os olhos com força. Por favor, por favor, não. - Então é essa a cara do diabo? – Aquilo a despertou.
A cara do diabo? Imaginava que o Eastwood deveria ter um pouco mais de criatividade em seus xingamentos, mas preferiu manter a boca fechada, abrindo os olhos por fim. Simon não parecia estar prestes a ter um ataque cardíaco, mas sim estar a ponto de se meter em uma briga daquelas. Do tipo que Ryan estaria metido.
Kate saiu de trás de Simon no exato momento que uma mulher mais velha chegou. Parecia conhecer bem seu irmão, e também a Zach, mas preferiu não remoer muito aquilo.
- Algum problema rapazes? E... senhorita? – Kate murmurou que estava bem, e se interpôs entre os dois homens. Não era muito inteligente para ela fazer isso, sabendo que não tinha um pingo de força bruta em sua composição, mas mesmo assim, parecia ser o certo. Sua vontade, na verdade, era sair correndo de Paradise Falls, para nunca mais voltar, mas não poderia fazer isso, certo?
- Vocês, dois, por favor, se acalmem. – pediu, cansada, e em algum lugar em sua mente, percebeu que já não estava mais com seu chapéu. Deveria ter caído em algum lugar, estando perdido para sempre. Talvez Iverminiggers achassem ele atraente e passassem a usar.
Reprimiu uma careta de nojo com o pensamento, lembrando-se do que era para estar fazendo.
- A culpa foi minha, irmão. Zach não sabia quem eu era. Por favor, vamos esquecer isso. – enquanto falava, sua voz ia descendo de volume, a medida que a fúria dos homens aumentava cada vez mais. – Por favor. – insistiu para o irmão, virando-se para ele e dando-o um pequeno abraço. – Eu ainda quero ir na barraca de marshmallows, Simon. Se vocês dois brigarem, o Dia do Novo Mundo estará arruinado. – deu de ombros. Irou-se para Zach, que ainda encarava os dois com certa hostilidade. – Eu sinto muito, não quis dizer o nome da minha família por motivos óbvios, mas só fui perceber que você era um Eastwood quando Simon me puxou. – gesticulava como uma louca, tentando manter a calma, mas claramente não estava conseguindo.
O que estava acontecendo com ela?
Engolindo em seco, por fim virou-se para a dama que tentara a ajudar, agradecendo-a rapidamente. Puxou Simon consigo, tentando tirar a atenção dele de Zach, mas não estava conseguindo surtir muito efeito.
Ah, homens!
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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Simon Archer em Dom Mar 03, 2013 12:28 am



Everybody's looking for something

words: xxx ₪ where? ₪ when? ₪ with who? ₪ thing
Em Paradise Falls, Simon não era conhecido por ser um idiota, até porque esse titulo era dado para o mais velho dos Eastwoods, e ele concordava plenamente com o fato. Mas bem, ele não era idiota, pelo contrario, ele sempre estava maquinando um meio para obter algum lucro para sua família, e para a cidade em que vivia.
Foi assim que ele fez seu irmão casar-se as cegas por uma garota que era filha de um casal de comerciantes nacionais, o que eventualmente traria descontos, brindes e quem sabe uma futura parceria, se ele usasse a sua lábia de forma sábia.

Mas as vezes, ele se mostrava totalmente estupido, especialmente quando ia para o Saloon ter uma de suas quase rotineiras visitas a Kiara Van der Beek, ele sabia muito bem que não deve apegar-se esse tipo de mulher, elas são livres como o vento se você tentar pega-las vão escapar por entre seus dedos e provavelmente vão se afastar e nunca mais voltar, mas ainda sim, havia algo naqueles olhos azuis que o seduziam de forma que nenhuma outra mulher havia conseguido, o corpo dela era como uma obra prima, e o prazer que proporcionavam um ao outro era viciante, então talvez sim, Simon Archer estava viciado por Kiara. Ou obcecado, preferia não pensar que outros homens já haviam tocado naquele corpo, como ainda tocava, apesar dele requisita-la praticamente todos os dias durante toda a noite, e se alguém tentava, ele lidava com a pessoa mais tarde.

Naquele dia, Simon acordou sentindo o aroma da nuca de Kiara, era uma fragrância diferente, exótica, quase tanto quanto a ruiva. Abriu os olhos e notou que já era manhã e quase não dormira naquele dia, estava muito ocupado com a atenção que Kiara lhe dava.

Sem que ela acordasse, saiu da cama e se vestiu indo até as escadas em direção a sua casa, com um sorriso no canto dos lábios, podia até ir cantarolando que não ia nem se importar, mas achou que isso seria demais, então preferiu um caminhou silencioso.

Tinha que enviar alguém para buscar sua irmãzinha que chegava de viagem, iria ele mesmo se estivesse apresentável, mandou Ryan fazer a tarefa e não deixar que ela conversasse com ninguém, não queria que a sua jovem prodígio fosse contaminada por algum Eastwood que fosse. Tomou um banho e procurou uma roupa decente era Dia do Novo Mundo, e ele não queria parecer um mendinho na comemoração.

Ouviu uma voz feminina que não era a de Margot, então viu uma mulher entrar na sua sala de estar, Simon arregalou os olhos brevemente pego de surpresa, a ultima vez que vira sua irmã ela era uma menina e agora, ele podia ver a placa "problema com os homens da cidade" estampada em sua testa. Sorriu para a caçula que pulou em seus braços. Era engraçado olha-la agora, ela era uma replica da sua mãe.

- Já se casou, meu irmão?
- Não, estou fugindo desse tipo de relacionamento, mas seu irmão está casado agora, acho que você vai adora-la, é tão mimada quanto você.
- Disse com um sorriso torto no rosto, Ryan passou por eles, de cara fechada, esse era um problema que Simon tinha de lidar em breve, ou acabaria com algo mais sério. - Bem, é como eu sempre disse, Ryan é o gêmeo mau e você o bom.

Kate foi se arrumar para ir com Simon para o centro da cidade, e ele esperou pacientemente, vagando por algumas lembranças da noite passada.
---

Chegando na cidade, ele pode encontrar o de sempre. Um bando de caipiras dançando e cantando de um lado, uns bebendo do outro, bem, ele chamava-os de caipiras, mas estava ciente de que era um também, mas pelo menos não falava tudo errado e tratava as pessoas como animais. Resolveu reapresentar toda a cidadezinha para a sua irmã, que estava desatualizada de tudo o que acontecia, digamos que, ele conseguiu resumir todos os anos de sua ausência em três minutos.

Depois, foi tratar de alguns assuntos básicos, como promover o bem estar dos seus negócios, um erro terrível afinal, ele havia deixado Katrina sozinha as traças, e seus irmãos eram incapazes de cuidar um instante sequer da recém chegada, oh inferno.

Mas nada, nada MESMO se comparava ao que ele estava vendo. Zach Eastwood estava de frente para Kate, conversando pelo jeito que estavam, o que não era algo bom, ou melhor era algo péssimo! Simon sentiu que ia ter um infarto antes da hora, então resolveu tomar uma atitude antes disso.

- Você está fazendo o que aqui, Eastwood? - Simon disse se metendo entre os dois, pegou Kate pelo braço, de forma possessiva, não ia deixar que aquele animal ficasse mais nenhum segundo perto dele. - Vamos Katrina.

- Katrina? – Simon estreitou os olhos para ele. - Katrina Archer? – perguntou, cuspindo no chão, próximo demais a bota de Simon. - Sim, ou está com problemas mentais mais graves que o comum?

O Eastwood o ignorou, provavelmente sem nem entender metade das palavras que Simon dizia. - Então é essa a cara do diabo?

- Não seu idiota, a unica cara do diabo aqui é sua. E quem você acha que é para falar da minha irmã dessa maneira? - Deu um passo para frente, mas eis que Kiara aparece no meio dos homens, sua presença emanava autoridade, independente de ser uma mulher, Kiara conseguia chamar a atenção para si, sempre. - Algum problema rapazes? E... senhorita?

Simon estreitou os olhos. - Temos um problema sim, querida, e ele se chama Eastwoood. - Proferiu o nome como se fosse um palavrão, que quase era mesmo para Simon, ou qualquer Archer.

Kate começou a falar sem parar, tentando de alguma forma acalmar a situação, a pobrezinha realmente não entendia mesmo, Simon estava pronto para puxar sua pistola e acertar na cabeça de Zach a qualquer movimento brusco, e o loiro fazia o mesmo, ambos se encaravam, alheios a qualquer comentário ao redor deles, a atitude primitiva deles era comum, sempre que acontecia algo eles faziam isso, até que algum dos dois tomasse o primeiro impulso e caísse na briga.

Mas dessa vez, ele não queria fazer isso, não com Katrina ali. Kiara estava acostumada com a violência, e já havia apartado brigas inúmeras vezes, de forma quente, apenas para variar. Mas Kate? Duvidava que ela não ficaria traumatizada para sempre se visse um dia comum na cidade de Paradise Falls.

- Eu sinto muito, não quis dizer o nome da minha família por motivos óbvios, mas só fui perceber que você era um Eastwood quando Simon me puxou.
Simon estava disposto a não brigar, até agora.

- Você por um acaso já havia falado com ele? - Disse erguendo uma sobrancelha para a irmã. Esperava que ela não mentisse pra ele, mas a forma como ela havia falado a ultima frase, e como Zach havia tratado-a bem antes, ele estava começando a sentir um leve pressentimento, um pressentimento de que alguma coisa estava errada ali, e ele não era idiota.

Olhou para a sua irmã. - Eu estou falando sério, não quero você perto desses bastardos dos Eastwoods, nenhum deles, principalmente o caipira mais velho e burro deles. - Disse elevando o tom da sua voz, para que Zach escutasse, eram como crianças e ele não dava a minima para isso.

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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Scarlett Stan em Sex Mar 08, 2013 12:40 pm

Charade
She had her own style, her own rules
She played along like it was usual, and liked to make everyone curious… Her life was one big game


Não é que ela não gostasse do dia do novo mundo, ou que não o respeitasse. Ela simplesmente não estava com humor para comemorações hoje. Todo aquele movimento, a gritaria... Sem falar no calor insuportável. Era inacreditável a quantidade de pessoas que se atreviam a por os pés para fora de casa naquele dia em que o diabo resolvera vir dar um olá para os cidadãos de Paradise Falls. Sorriu ao pensar na cara que seu pai faria ao vê-la falando coisas hereges como aquela. Também não é como se ela fosse uma herege, por Deus, ela não era uma alma tão perdida assim. Ou pelo menos, achava que não. Bem, se ser uma alma perdida significava ter diversão então, sinto muito papai do céu, Scarlett continuará sendo uma menina má.

Balançou a cabeça, numa tentativa de afastar os pensamentos confusos e seguiu com passos rápidos em direção ao Saloon, esbarrando em diversos forasteiros no caminho. O álcool talvez a distraísse um pouco desse caos de cidade. Sim, tinham bancas espalhadas pela rua que vendiam a sua tão preciosa cerveja, mas assim ela não iria fugir da bagunça que estava na cidade. E sim entrar nela. A solução era óbvia, Saloon.

Saloon, o que dizer desse belo estabelecimento? Detestável. Tudo bem, talvez não odiasse o lugar em si, afinal, pelo menos uma vez por dia iria lá. Mas sim o fato de que era o único bar na cidadezinha. E obviamente, o único bar, era repleto das mais diversas cortesãs. O que só provava que aquele com certeza não era lugar para uma dama estar. Bem, eles teriam que lidar com sua presença ali. Porque da sua cerveja favorita, ela não largaria mão.

Ao passar pela One Street atolada de pessoas, viu Ryan cavalgando Fox a todo vapor sem se importar com os pedestres, em direção à saída da cidade.

- Mas que diabos...

Provavelmente ele iria matar alguns Iverminiggers, mas porque toda aquela pressa? A saudade estava tão difícil assim de aguentar? Riu baixinho imaginando como o Archer e um inseto gigantesco, fariam um belo par.

Estava prestes a seguir seu caminho normalmente para o Saloon quando novamente, mais um cavalo saíra quase que pisoteando a multidão, logo atrás de Ryan e Fox. Gargalhou ao perceber quem era, Rosemarie Eastwood. Pelo visto a loira e seus sentimentos pelo Archer idiota não tinham mudado nem um pouquinho. Sorriu maliciosa enquanto soltava o cabelo do coque mal feito que tinha na cabeça. Quer dizer que não seria apenas Ryan e o Iverminigger, teríamos um ménage à trois. Archer, seu pervertido. Oh céus, por favor, faça com que Ryan jamais descubra que ela sequer pensou isso.

Pelo menos, finalmente essa cidade estava se tornando interessante. Então é verdade que tudo pode acontecer no dia do Novo Mundo, huh? Nossa, quão clichê ela poderia ficar? Era melhor se alcoolizar logo antes que começasse a falar de finais felizes e tudo o mais.

Thanks Tess

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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Daniel Archer em Sab Mar 09, 2013 1:05 pm




Oh Shit





Daniel se questionava diariamente se fizera o certo em concordar com o seu irmão. Porque ele provavelmente deveria ter estado louco no maldito dia em que concordara em se casar com Margot, Simon deveria ter colocado alguma coisa em sua bebida e seu irmão deveria ser-lhe grato por Daniel simplesmente aceitar estar sacrificando a sua vida assim por uma mulher. - Eu sabia que você era ingênua, mas não a esse ponto. - Se ela achava que aqueles moradores de Paradise Falls pensavam algo ruim em relação a Daniel simplesmente por ele falar com uma cortesã ou por ir ao Sallon ela estava redondamente enganada. A sociedade em que viviam era machista e estava mais do que na hora dela perceber isso.

Sua cabeça estava fervilhando em malditos pensamentos. Era em horas assim que o homem gostaria de estar no tempo das cavernas para sair arrastando sua mulher consigo e fazer dela o que bem entendesse, da forma que quisesse e sem ninguém para questionar sua sanidade ou se interferir, dizendo que estava machucando-a. Os caras que viveram naquela época deveriam ter sido felize. Ou talvez Dan fosse o único azarado, que se casara com a excessão a regra, a mulher que achava ser o homem e que queria mandar na porcaria de relacionamento deles.

Andaram por entre as barracas a fim de desviar a atenção dos moradores para o pequeno rompante que tiveram, mas ele já estava cansado de olhar tantos panos e rendas. As mulheres nunca se cansavam daquilo? - Se quer mesmo a minha opinião, leve o tecido que eu possa rasgar mais fácil. - Sussurrou em resposta. Sabia que não deveria provocar onça com vara curta, mas as vezes parecia que Margot queria ser provocada, suas ações não ajudavam nenhum pouco para que o Archer tivesse pensamentos coerentes e não agisse como um neandertal.

Quando ela enfim decidara qual tecido ia levar seguiram adiante, apenas para deixá-lo ainda mais irritado. Retirou o chapéu de sua cabeça e devolveu-o, balançando a cabeça em negativa. - Então provavelmente deve ter ficado horrível. - Olhou em volta e avistou que uma pequena aglomeração não muito longe de onde eles estavam começava a se formar. - Não é como se minha querida esposa fosse me elogiar. - Olhou para ela por um breve momento e fez uma cara de repulsa. Embora ele não sabia exatamente o porque ou para quem era. Se era para ele, por ter sua vida eternamente amaldiçoada por ter se casado com aquela mulher ou se era para ela, que o infernizava e nem ao menos deixava-o consumir o casamento. - Você sabe, não tive sorte com o meu casamento.

Olhou mais uma vez para amontoado de pessoas que se formava por ali e falou alto um palavrão ao ver que seus irmãos e um Eastwood estavam para começar mais uma briga e Dan definitivamente não queria que sua irmã estivesse no meio de uma briga. Será que nunca teria paz? Nem um único e miserável dia? Se o Dia do Novo mundo já estava sendo toda aquela droga, ele nem queria imaginar como seria o resto de seus dias. Deixou Margot plantada aonde estava, sem escutar uma única palavra do que ela dizia e saiu a passos largos até Katrina. Pobre e doce Katrina, mal havia voltado e já seria obrigada a ver uma disputa de testosterona. - Mas que merda é essa aqui? - Olhou para Kiara que tentava animar os ânimos por ali e foi inevital pensar em que aquilo ali não iria terminar muito bem.

Se nem mesmo a Van der Beek havia conseguido controlar Simon, Daniel duvidava seriamente de que ele seria capaz. - Eu odeio os Eastwood tanto quanto você, meu irmão. Mas onde está a sua racionalidade? - Sinceramente? Ele queria matar aqueles vermes com as próprias mãos, só que não estava interessado em fazer isso assim, de sangue quente e gostaria que Simon o compreendesse. Se fossem matá-los, que fossem apenas eles e os Eastwood, sem nenhum ser da roça por perto, para que não houvesse distrações. Repousou sua mão nos ombros de sua irmã e a olhou pedindo desculpas. - Kate acabou de chegar e você já está a fim de deixá-la com vontade de ir embora? Ela ficou dez anos longe de nós! - Kate era a sua irmã caçula, o seu pequeno mimo que não via fazia longos anos e não estava nenhum pouco interessado de que ela voltasse imediatamente para Nova York.

- Ela não está habituada com isso e é o Dia do Novo Mundo, então pelo menos por hoje Simon, vamos permitir que esses bastardos possam ver mais um pôr do Sol. - Era difícil para Daniel dizer aquilo, ele sabia muito bem o que os Archer passara e o indignava saber que aquela raça Eastwood ainda estava viva, morando na mesma cidade que ele e respirando o mesmo ar.








tag Margot, Simon, Kate, Kiara, Zach post 002
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notes A giripoca vai piar. Ficou uma merdinha, mas fazia muito tempo que eu tava devendo esse post ;x
credits by chay at OPS!










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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Margot Archer em Seg Mar 11, 2013 8:15 am


I used to hate you

Daniel, como sempre, não perdia a oportunidade de irritá-la. Dessa vez ele a chamara de ingênua, mas talvez ela fosse mesmo, afinal ele fora o único homem que beijara na vida. Claro que tinha seu primo Mike, mas ele não contava, afinal estavam curiosos sobre como era beijar alguém, e trocaram um selinho as escondidas. Afinal ela sempre fora vigiada, não teve oportunidade de conhecer nada da vida.

E agora seu marido a provocava, sussurrando em seu ouvido dizendo que o melhor vestido seria aquele que ele poderia rasgar mais facilmente, a deixou nervosa. E não era um nervoso ruim, ou era, não sabia dizer ao certo. Afinal o que ela sabia da vida, sabia apenas que estava ficando muito velha pra ser virgem. Mas fora uma opção dela não se deitar com ele.

E cada vez entendia menos Daniel, quanto o tratava mal ele ficava bravo e irritado com ela, quando se esforçava para ser legal e tratá-lo minimamente bem, ele a afastava e a olhava com repulsa. Revirou os olhos irritada quando ele lhe deu as costas e limitou-se a caminhar lentamente atras dele em direção ao grupo de pessoas para a qual ele se dirigia.

Notou que um deles era Simon, seu cunhado e que estava bem irritado, e haviam duas moças com ele, uma ruiva que reconhecera como uma cortesã do Saloon e a outra era morena e tinha os traços da família Archer. Provavelmente era sua cunhada. E confirmou isso quando Daniel disse que ela era.

Ele parecia bem calmo e centrado. Na verdade era o único centrado dali. Limitou-se a observar sem abrir a boca. Aquela briga não era dela, por mais que não gostasse da família Eastwood, o problema era dos Archers, não seu. Quando todos pareciam mais calmo, ela cumprimentou o cunhado com um leve aceno de cabeça.

- Olá Simon – sorriu levemente sem mostrar os dentes. Não tinha nada contra o irmão mais velho de Daniel, tirando o fato de que ele obrigara o irmão a casar-se com ela, porém se não fosse com Daniel, seu pai daria um jeito de casá-la com outro – Olá Katrina, seja bem vinda de volta.

Sorriu um pouco mais sincera para a garota, afinal ela parecia ser melhor que os outros dois. Quanto a cortesã, como não a conhecia, limitou-se a dar um sorriso tímido.

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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Jaime Dontrouk em Sex Mar 22, 2013 5:44 pm

  • tag: Scarlett

  • words: conte você mesmo

  • notes: DEMOROU, MAIS CHEGUEI!
------The first to climb another state of mind I'm on my knees
Forever, whenever I never wanna die
Jaime não gostava do Dia do Novo Mundo, era uma comemoração desnecessária que ninguém realmente entendia o significado, para maioria da população do país, era apenas um dia em que podiam faltar no trabalho – isso se o patrão não os tratava como escravos, o que nos dias atuais era quase comum em alguns estados – e a bebida era garantida do raiar do dia ao próximo raiar. Seus pais o ensinaram que isso era mais que um dia de festa, nos poucos dias que o pai não trabalhava, ele tinha aulas sobre o passado... História, sobre seus antecedentes que causaram a destruição do mundo, e via que existiam muito mais coisas que maioria das pessoas não via.
Mas enfim, vamos voltar ao foco principal: Paradise Falls.

Havia saído da pousada que está hospedado desde ontem, a sua chegada, e não havia feito nada além de tomar banho e cair como uma roxa no colchão duro e fedorento do seu suposto quarto. Agora que ele estava descansado da viagem, podia conhecer o território e se havia um bom lugar para se começar, esse era o Saloon!

Caminhou até o local sem demorar em encontrá-lo, afinal, era só caminhar alguns passos e lá estava, brilhante e chamativo, ou quase isso. Achou engraçado o fato de a cidade ter apenas uma avenida só, ou melhor, uma rua. Ele que estava acostumado aos grandes centros, era como um choque de realidade, a cidade era do tamanho de um ovo, mas ele esperava ao menos encontrar algum tipo de problema ali.

Entrou no bar e percebeu que já estava bem movimentado para um começo de dia, pelo jeito, as pessoas da cidade eram como em qualquer outro lugar, festeiras. Não devia achar uma novidade, mas achou engraçado uma cidade tão pequena, ter tanta animação, sorriu para si mesmo e apagou seu cigarro, sendo atropelado por uma mulher em seguida, ergueu uma sobrancelha e observou a mulher passar, morena, bonita e com um ar de superior notável, já dava para perceber por suas roupas que ela não era qualquer coisa, soltou a fumaça e caminhou até o bar.
Viu que ela olhava para longe e sorriu, seu rosto era angelical quando fazia isso, Jaime gostou, mas a expressão sumiu, sendo substituída por uma mais sombria, e porra ela tinha a pele mais branca que ele já havia visto em toda a sua vida. Tudo bem, ele já havia visto pessoas brancas na sua vida, ele era uma delas, mas hey vivíamos em um sol constante de deserto, todo mundo possuía uma camada a mais de cor, ela não.

- Hey, um cowboy para mim, e para a moça bonita aqui. – Disse para o homem do bar, inclinando a cabeça para a morena, o homem riu de alguma piada interna, Jaime olhou para a moça que pareceu um pouco, só um pouco surpresa. – Tô vendo que não sou só eu que odeia esse feriado. – Sorriu torto para a moça, tentando não encarar os seios dela, precisava ao menos fingir decência de vez ou outra, se bem que seus pensamentos pareciam muito mais divertidos que essa tal de decência.

- Jaime, prazer.



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Re: Igreja de Saint Bartholomew

Mensagem por Samantha Stiles em Seg Jul 22, 2013 9:17 pm

Cramell






Midday - 32ºC - Wearing
I've come here to stare

Eu andava apressada pela One Street, havia muitas pessoas na rua e eu não chamava tanta atenção assim enquanto eu andava. Enfase no tanta, afinal, uma garota do saloon sempre será uma garota do saloon. Uma parte da barra do meu vestido arrastava no chão poeirento, e o ar era quase irrespirável, ainda mais embaixo de um sol impiedoso. Mesmo com minha sombrinha para evitar o contato direto com o sol, o mormaço deixava tudo um tanto insuportável.
Mas nada que o bom e velho povo de Paradise fall não estivesse acostumado. O ar carregado de pó e terra, as temperaturas super altas, e cortesãs que dormiam com seus maridos. Nada de diferente. Exceto é claro, que hoje eu não era o centro das atenções, nem o clima, e nem o ar quase irrespirável. Era a festa da cidade. Os forasteiros enchiam as ruas e hospedarias e com isso muitos perigos estavam a espreita. E isso sim era algo que não saia da boca do povo.
Eu caminhava em direção a igreja um pouco apressada, desviando das pessoas que andavam em todas as direções, passando como um ponto vermelho e preto bem apertado no espartilho, e carregada de joias no pescoço. Quando cheguei perto do palanque, o prefeito já havia terminado seu discurso, e quase me enchi de remorso - sintam a ironia. -
Avistei Kiara e algumas colegas de profissão, mas não eramos assim tão próximas para que ficássemos juntas. Infelizmente, nossos pensamentos não eram compatíveis em muitas áreas, principalmente no trabalho. Nossos pontos de vistas em nada se assemelhavam, e não raro eu me pegava pensando o que seria do Saloon com uma politica um pouco mais, enfática. No entanto, esse não era o meu trabalho, o meu trabalho era servir de aperitivo e trazer alguma graça para esses ilustres senhores que enchiam o palanque com suas caras lavadas de bons maridos e provedores de família.
Acenei para o prefeito levemente, com o um quase entediado porém estrategicamente malicioso, do meu lugar, e pude notar a primeira dama lançando olhares enfurecidos para o marido enquanto tentava disfarçar o acontecido. Sorri achando um pouco de graça, afinal era para isso que estávamos aqui. Para nos divertir. E diversão era quase meu nome do meio.
Caminhei em seguida para algumas tendas, olhando alguns artigos a venda, percebendo que o evento não era um bom dia para gastar economias. No entanto, uma barraca que vendia cordões me chamou atenção. Não que eu estivesse carente de joias.  Uma garota do saloon é carente de muitas coisas.. Família, dinheiro, amor, respeito e direitos, mas joias não era uma delas. O que me chamou atenção foi aqueles cordões em formato de coração, que se podia colocar um retrato dentro. Passei o dedo distraidamente pelo objeto, sentindo o metal gelado e sólido entre meus dedos, me perdendo em pensamentos tão logo bati os olhos nele.
- Moça, se não vai comprar nada, a senhorita poderia dar licença? - A madame, dona da loja me lançou um olhar enervado, e parecia ansiosa para que eu saísse de frente de sua barraca. Fiz que sim com a cabeça, completamente acostumada com esse tipo de tratamento, dando-lhe um sorriso fraco enquanto caminhava para a outra barraca, sem ter nada que me chamasse realmente a atenção.



Dead or alive RPG


You know that I love you so I love you enough to let you go
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THANKS, LU.
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Samantha Stiles

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